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Projetos Indicações
O deputado estadual Jurailton Santos apresentou, na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), a Indicação n° 28.562/2026 ao governador do Estado e à Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) propondo o fortalecimento da rede estadual de atendimento às pessoas neuroatípicas e famílias atípicas. A iniciativa sugere a criação do “Programa Acolhe TEA Bahia - Apoio Integral às Pessoas Neuroatípicas e Famílias Atípicas”, além da ampliação da estrutura do Centro de Referência Estadual para Pessoas com Transtorno do Espectro Autista (CRE-TEA) e a implantação gradual de centros regionais especializados no interior do estado.
A proposta busca ampliar o acesso ao diagnóstico precoce, atendimento multiprofissional e acompanhamento contínuo para crianças, adolescentes e pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), TDAH, síndrome de Down, dislexia, doenças raras e outras condições do neurodesenvolvimento.
Segundo o parlamentar, a medida também visa oferecer suporte às chamadas mães atípicas, responsáveis que enfrentam diariamente desafios emocionais, financeiros e sociais no cuidado dos filhos.
“O crescimento da demanda por atendimento especializado exige do Poder Público uma resposta mais ampla, humana e eficiente. Precisamos fortalecer a rede de acolhimento às pessoas neuroatípicas e garantir apoio integral às famílias atípicas, especialmente às mães que carregam, muitas vezes sozinhas, uma enorme responsabilidade”, destacou Jurailton Santos.
O deputado ressaltou ainda a importância da descentralização dos serviços especializados para atender famílias do interior da Bahia.“Muitas famílias precisam sair de suas cidades e enfrentar longas viagens até Salvador em busca de atendimento. Nossa indicação propõe justamente ampliar essa rede, reduzir filas e levar dignidade, acolhimento e acesso à saúde para mais perto da população”, afirmou.
A Indicação também prevê ações integradas entre saúde, assistência social, educação e direitos humanos, incluindo acolhimento psicossocial, orientação familiar, campanhas educativas, rodas de conversa e fortalecimento das redes de apoio voltadas às famílias atípicas.
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